Após eliminação para o Boca Juniors, danos no Maracanã levam consórcio Fla-Flu a questionar quem pagará prejuízos

 _Vasco perdeu por 3 a 1 no Maracanã, após vencer o jogo de ida por 1 a 0 na Argentina; consórcio responsável pela administração do estádio busca definir a responsabilidade pelos danos atribuídos a torcedores_ 

A eliminação do Vasco da Gama na semifinal da Copa Sul-Americana, após derrota por 3 a 1 para o Boca Juniors, na última terça-feira (20), no Maracanã, foi seguida por episódios de depredação no estádio. Diante dos danos registrados, o consórcio Fla-Flu, responsável pela administração do complexo esportivo, questiona quem deverá arcar com os custos dos prejuízos e busca uma definição sobre a responsabilização pelos atos.

O Boca reverteu a vantagem conquistada pelo time cruz-maltino na partida de ida, quando venceu por 1 a 0 em La Bombonera, na Argentina. Jogando em casa, diante de sua torcida, o Vasco não conseguiu sustentar a vantagem e acabou eliminado da competição continental.

Após a partida, os danos atribuídos a torcedores levantaram questionamentos sobre a responsabilidade pelos custos de reparação do patrimônio do estádio. O consórcio Fla-Flu recorre à Justiça do Rio de Janeiro para buscar esclarecimentos sobre quem deverá responder financeiramente pelos prejuízos.

A definição de eventuais responsabilidades dependerá da apuração dos fatos e dos elementos que permitam identificar os responsáveis pelos danos. Até que haja uma conclusão, não é possível atribuir automaticamente a todos os torcedores do Vasco a responsabilidade pelos atos de depredação.






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